segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Participação das Pibidianas e dos Pibidanos no Projeto de Formação "Papo de Professor"



Papo de Professor também é itinerante
A terceira edição do Papo de Professor foi com muita cantoria, risadas, com muita integração e aprendizado. O encontro, que ocorreu na Escola Municipal Calisto Eolalio Letti, na segunda-feira, dia 29 de abril, em Taquara, marcou o início da programação itinerante. A ideia é promover debates nas Faculdades Integradas de Taquara (Faccat), mas também nas escolas da região. “Estamos felizes em realizar pela terceira vez o nosso projeto Papo de Professor, e desta vez, pela primeira vez, de realizar em uma escola da rede pública. A nossa ideia é nos aproximar ao máximo dos professores para discutir a docência”, salienta o coordenador da proposta, o professor Magnus Cesar Ody, do curso de Matemática da Faccat. A ação é organizada pelas coordenações dos cursos de História, Letras, Matemática e Pedagogia da Faccat.
Contação de histórias
Durante o encontro, as convidadas professora Maria Amélia Speck de Cândido, da EMEF Calisto Eolalio Letti; professora Luciane Raupp, da Faccat; e a escritora Léia Cassol, contaram um pouco de suas experiências com o mundo da leitura. Com a temática Contação de histórias: O professor como Mediador, a professora Maria Amélia apresentou o projeto A obra Literária. Segundo a professora, o objetivo é fazer com que todas as turmas se envolvam com a leitura de uma obra literária específica, que será desenvolvida ao longo do ano, tendo seu ponto culminante na Semana Cultural da Escola, com apresentações pré-determinadas e pertinentes as obras trabalhadas.
Já a escritora Leia Cassol levou a arte da leitura com a interação musical. “A minha experiência com livros, veio só na escola. Eu tinha seis anos. Eu sempre digo que eu gosto de contar histórias porque quando eu era bem pequena, o meu pai me contava histórias, mas ele não tinha livros. E eu adorava”, revela Léia Cassol.
Leitura literária é escolarizada
Na avaliação da professora doutora e escritora Luciane Raupp, a oferta de livros é muito grande.  “Estima-se que 1/6 (um sexto) do que é publicado no mundo é vendido para crianças e adolescente, mas a leitura literária, infelizmente, é ainda muito escolarizada”, destaca a professora, que ainda salienta que nas escolas de Ensino Fundamental e no Ensino Médio, os livros escolhidos para a leitura possuem uma finalidade pedagógica. “Neste sentido, os professores têm muita responsabilidade em fazer a seleção destes livros para serem lidos pelos estudantes”, completa.  



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